"Pois hj me permito viajar... tentar entender o que faço, por que...? Qual a melhor forma de viver? Viver intensamente parece suicídio visto dessa maneira... Seria arriscado tentar buscar a felicidade em cada segundo, sabendo que esta pode me tornar dependente, e, quando tudo se for, nada restará de mim?! É belo viver ao máximo, colher o máximo de flores possível, ainda que hajam algumas ervas daninhas no jardim, é belo ser eternamente jovem quando em meu caminho posso viver o que é bom apesar de tudo. Tudo isso é maravilhoso, quando se vive o amor sem medos, sem pensar no amanhã...mas isso é inevitável quando se vê que tudo parece ter um prazo pra passar por essa vida curta, parece impossível fugir da dor, mesmo em meio a tanta felicidade. O que será de mim quando nada restar? Só vivendo pra saber reconhecer até mesmo aquilo que não tem fim, e aquilo que deixará apenas belas lembranças...Pois que sejam belas!"
(Eu - 22/03/2007. É que a vida anda em círculos.)
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Um instante.

Fechei os olhos pra enxergar o que há de mais belo. Não há tempo. Não há mais palavras certas e erradas. Ignorei o dia de amanhã, a próxima semana...o novo ano que se aproxima. Pra mim existe apenas agora. Um instante que não tem fim. Feche os olhos e sinta pra entender o que tenho a dizer. Não se diz com palavras.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
A dor e o mar. Hoje.
Insisto que a vida, este ser abstrato que controla cada um de nossos passos, não fecha uma porta, sem em troca abrir uma linda janela com vista pro mar. A vida tem seu próprio jogo e eu confesso não saber controlá-la. Talvez por não querer. É mais especial e surpreendente assistí-la do palco principal, acompanhando cada mínimo detalhe. Como é linda a cor do mar...
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Memórias.
Era só amor..esse falecido amor pra entender você. Pra entender que a vida segue rumos inesperados e inexplicáveis. Só esse amor pra enxugar essas lágrimas antes mesmo de caírem ao chão, levantar minha cabeça, me segurar firme...e dizer: o amor não tem explicação. Só o amor mesmo...pra me fazer entender minha solidão, olhar em seus olhos ausentes, refletir a paz e o perdão. O amor não me deixa odiar. Só me faz agradecer a linda ilusão que me proporcionou. Boa sorte. E esse amor me mostrará outro alguém pra amar sem mesmo precisar entender.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Primavera chegou.
Em um instante viajo o mundo, tentando buscar alguma luz diferente que possa fazer meu olhar parar por um segundo. Mas estou dispersa, estou por aí..Mando mensagens ao vento pra você vir me buscar. Vem salvar meu coração..


["O meu amor é teu.
O meu desejo é meu.
O teu silêncio é um véu,
O teu silêncio é um véu,
o meu inferno é o céu pra quem não sente culpa de nada.
E se não for, valeu.
E se não for, valeu.
E se já for, adeus.
O dia amanheceu,
levante as mãos para o céu e agradeça se um dia encontrar um amor,
um lugar pra sonhar.
Pra que a dor possa sempre mostrar algo de bom.
Eu ainda lembro - ainda lembro - o dia em que eu te encontrei.
Eu ainda lembro como era fácil viver
Eu ainda lembro..Ainda lembro."]
Paralamas do sucesso e Fernanda Abreu
terça-feira, 12 de agosto de 2008
Saudades..

Hoje, em meu mundo paticular, é o dia da Saudade. Feriado nacional. Tudo parou mas eu insisto em continuar meu caminho. Seria simples se eu pudesse esquecer, sentir a saudade como se sente uma mera tristeza. Mas ela se mistura a tudo o que faço, o ar que respiro é saudade.
A saudade é o reflexo do que valeu à pena, mas que já não existe. E não significa querer de volta. Saudade não é desejo. É dor e poesia, uma música insistente, um relógio que não segue seu sentido. É só o mundo que parou, simples assim.
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Perdão

Vamos brincar de amizade..Quando o amor ficou pra trás e a terra comeu? Amigos, nem que seja só de faz de conta? Impedir que o brilho dos seus olhos escureça o amanhecer?.. Vamos brincar, levar vida de criança, viajar no infinito, sem maldade, sem temor. Vamos dançar, enquanto o mundo descansa, pra lembrar dos nossos tempos, sem tristeza e sem rancor.
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